terça-feira, 8 de setembro de 2020

Se assustou com o preço do arroz? Saiba quais foram os vilões do supermercado em agosto, confira aqui! | UltimasNoticiasDoBrasil..com



Se assustou com o preço do arroz? Saiba quais foram os vilões do supermercado em agosto, confira aqui! | UltimasNoticiasDoBrasil..com


De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), sete produtos sofreram aumento no mês de agosto.

As reclamações sobre o aumento do preço do arroz de outros itens do supermercado tomou conta das redes sociais na última semana. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), sete produtos sofreram aumento no mês de agosto.

Confira abaixo quais foram os principais vilões dos altos preços das compras nos supermercados (números divulgados pelo DIEESE).


O  valor  do  óleo  de  soja  apresentou  alta  em  todas  as  capitais,  com  destaque  para  Campo Grande (31,85%), Aracaju (26,47%), Rio de Janeiro (22,39%) e Porto Alegre (21,15%). As demandas interna e externa têm elevado as cotações da soja e derivados.

Os preços do leite integral e da manteiga tiveram aumento em  16  e  12  capitais,  respectivamente.  As  elevações  nos  valores  do  produto  variaram  entre  1,43%,  em  Brasília, e 11,10%, em Curitiba. Apenas em Vitória, o preço ficou estável. As altas no  custo  da  manteiga  ficaram  entre  0,26%,  em  Salvador,  e  5,73%,  em  Goiânia. A necessidade de refazer estoques, a competição por matéria-prima e a baixa disponibilidade de leite no campo culminaram em elevação de preço dos derivados lácteos.


O preço médio do arroz agulhinha registrou alta em 15 capitais, com destaque para Porto Alegre (17,91%), Campo Grande (13,61%) e Goiânia (10,56%), ficou estável em  Curitiba  e  recuou  -1,45%  em  Brasília. O aumento se deve à retração dos produtores, que aguardam melhores preços para comercializar o cereal e  efetivam  apenas vendas pontuais.

De julho para agosto, o valor do pão francês subiu em 13 cidades e variou de 0,23%, em  São  Paulo, a 9,78%, em  Salvador.Em  Belo  Horizonte e Belém, o preço  não variou. As  quedas  aconteceram  em  Florianópolis (-0,86%) e Curitiba (-1,41%). As cotações dos derivados de trigo tiveram aumento devido à valorização do dólar diante do real.

Em 12 capitais, o valor médio da carne bovina de primeira registrou alta: variou de 0,59%,  em  Aracaju,  a  8,89%,  em  Campo  Grande.  Em  Natal,  o  preço  apresentou  estabilidade e, em outras quatro cidades, houve queda: Porto Alegre (-0,55%), Vitória (-0,59%), Florianópolis (-0,90%) e Brasília (-1,35%). A baixa oferta de animais para abate no campo e o desempenho recorde das exportações, em especial para a China, resultaram em preços elevados.


O custo do feijão preto, pesquisado nas capitais do Sul, em Vitória e no Rio de  Janeiro, subiu em Porto  Alegre (5,00%), Curitiba (3,27%) e na capital fluminense  (0,82%). Já em Vitória (-1,41%) e Florianópolis (-1,96%), o valor médio diminuiu.  Para o tipo  preto, a importação supriu a falta do feijão nacional, que está em fase de plantio, e o preço aumentou devido ao câmbio desvalorizado.


fonte: iBahia

Nenhum comentário: