terça-feira, 13 de outubro de 2020

Inspetora da polícia agride funcionária de pousada em Jericoacoara, confira aqui! | UltimasNoticiasBrasil..com


Inspetora da polícia agride funcionária de pousada em Jericoacoara, confira aqui! | UltimasNoticiasBrasil..com



Uma inspetora da Polícia Civil foi filmada agredindo uma funcionária da pousada onde ela estava hospedada em Jericoacoara, no litoral do Ceará, neste domingo (11). Policiais, chamados para atender a ocorrência, foram até o local mas se negaram a prestar socorro. A dona da pousada acusa um dos policiais de tê-la chutado durante o atendimento. 

A agressão da inspetora ocorreu após a funcionária, que não teve a identidade revelada, solicitar que a mulher usasse máscara dentro do estabelecimento. Uma lei em vigor no estado do Ceará obriga o uso de máscara em locais públicos e privados, com multa de R$ 100 em caso de descumprimento. 

No vídeo, a funcionária caminha atrás da inspetora de polícia e narra o episódio, contando que a mulher não quis usar o acessório. No momento em que ocorre a agressão, pode-se ver que a policial está usando máscara no rosto. 

A dona da pousada, Antônia Maria de Sousa, contou que chamou a polícia, mas que os militares se recusaram a levar a agressora para a delegacia após saber que ela também era policial. Maria afirma também que a policial insistia em usar a piscina da pousada com amigos que não estavam hospedados, o que contraria as normas do estabelecimento.


“Os policiais disseram que não iam levá-la para a delegacia, e eu fui saber o porquê. Me disseram que, se quisesse, a gente que chamasse um táxi para ir até a delegacia. O policial militar me jogou no chão e me chutou dizendo que não era meu empregado. Ainda pegou meu celular e jogou dentro da viatura”, contou Antônia.


A polícia confirma o procedimento. “Não houve condução dos envolvidos à delegacia. Apenas o aparelho celular da dona da pousada foi apreendido e apresentado à autoridade policial na Delegacia Regional de Camocim”, diz a corporação, em nota. 


Após também ter sido agredida, a empresária disse ter entrado em contato com advogados e ido até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com a funcionária, onde ambas foram medicadas. 


A vítima reclamou por que, mesmo em situação de flagrante, os policiais militares se negaram a encaminhá-la até um local onde pudesse ser feito exame de corpo de delito. A polícia se justificou dizendo “não ter vislumbrado situação de flagrante delito”.  


Em nota, a Polícia Militar afirma que a inspetora negou ter agredido a funcionária e que “a suposta vítima das agressões não se apresentou [à polícia] enquanto ele [Batalhão policial que atendeu à ocorrência] e sua equipe estiveram no estabelecimento”. 


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