quarta-feira, 14 de outubro de 2020

O cérebro de Einstein ainda está entre nós, ele se mantém conservado até hoje! Veja as fotos, confira aqui! | UltimasNoticiasBrasil..com


O cérebro de Einstein ainda está entre nós, ele se mantém conservado até hoje! Veja as fotos, confira aqui! | UltimasNoticiasBrasil..com


O cérebro de Albert Einstein (1879-1955), o maior físico de todos os tempos, não pereceu. Ele se mantém conservado até hoje numa solução de etanol e álcool etílico. Cientistas já estudaram o órgão a fim de encontrar explicações para a genialidade de Einstein, mas até hoje nada de especial foi descoberto.

Cérebro de Einstein mostram complexidades incomuns
Segundo a revista Nature, durante a autópsia de Einstein, o patologista Thomas Harvey manteve o cérebro do físico conservado em formol para, depois, tirar dúzias de fotografias em preto e branco antes de corta-lo em 240 blocos. Após o corte, Harvey retirou amostras de tecido de cada bloco, montando-os em lâminas microscópicas e distribuiu-as para alguns dos melhores especialistas em neuropatologia do mundo.

A autópsia revelou que o cérebro de Einstein tinha um tamanho menor do que o normal e análises subsequentes mostraram as mudanças que normalmente ocorrem com o passar do tempo. Os fragmentos cerebrais foram guardados em uma jarra com formol no escritório de Harvey. Décadas depois, diversos pesquisadores pediram algumas amostras e durante novas análises notaram algumas características curiosas. Um estudo feito em 1985 mostrou que duas partes do cérebro do físico continham um número elevado de células não neurais, o que não é comum.

A equipe da antropologista Dean Falk, da Universidade do Estado da Flórida, observou uma “complexidade e modelos de enrolamentos em certas partes do córtex cerebral de Einstein”, especialmente no córtex pré-frontal e nos lobos parietais. De acordo com os pesquisadores, muitas fotos foram tiradas de ângulos diferentes, mostrando estruturas que não eram visíveis em imagens que foram analisadas anteriormente.

De acordo com o novo estudo, publicado no dia 16 de novembro no jornal Brain, o córtex pré-frontal é importante para o tipo de pensamento abstrato que Einstein teria necessitado para seus experimentos mentais famosos na natureza de espaço e tempo. O modelo complexo e incomum de convoluções encontrado provavelmente contribuiu para suas habilidades marcantes.

Falk e sua equipe também notaram uma característica diferente no córtex somatossensorial do cérebro do físico, parte que recebe informações sensoriais do corpo. Nessa parte do cérebro de Einstein, a região correspondente à mão esquerda é expandida, e pesquisadores sugerem que isso pode ter contribuído para sua facilidade em tocar violino.


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