quinta-feira, 26 de novembro de 2020

6 sinais que podem indicar câncer de colo do útero


 

Normalmente não existem primeiros sintomas do câncer de colo do útero, sendo que a maioria dos casos é identificado durante o exame de papanicolau ou apenas nas fases de câncer mais avançado. Assim, além de se saber quais os sintomas do câncer de colo do útero, o mais importante é fazer frequentemente consultas no ginecologista para realizar o papanicolau e iniciar o tratamento precoce, caso seja indicado.

Porém, quando provoca sintomas, o câncer de colo do útero pode causar sinais como:

Sangramento vaginal sem causa aparente e fora da menstruação;
Corrimento vaginal alterado, com mau cheiro ou coloração marrom, por exemplo;
Dor abdominal ou pélvica constante, que pode piorar ao usar o banheiro ou durante o contato íntimo;
Sensação de pressão no fundo da barriga;
Vontade de urinar mais frequente, mesmo durante a noite;
Perda rápida de peso sem estar fazendo dieta.
Já nos casos mais grave, em que a mulher apresenta um câncer de colo de útero avançado, ainda podem surgir outros sintomas como cansaço excessivo, dor e inchaço nas pernas, assim como perdas involuntárias de urina ou de fezes.

Estes sinais e sintomas também podem ser causados por outros problemas, como candidíase ou infecção vaginal, podendo não estar relacionado com o câncer, sendo assim aconselhado consultar o ginecologista para fazer o diagnóstico correto.
O que fazer em caso de suspeita
Quando surge mais de um destes sintomas é aconselhado ir no ginecologista para fazer exames de diagnóstico como papanicolau ou colposcopia com biópsia do tecido do útero e avaliar se existem células cancerígenas.
O exame de papanicolau deve ser realizado todos os anos, durante 3 anos consecutivos. Se não houver nenhuma alteração, o exame só deve ser realizado de 3 em 3 anos.

Quem tem maior risco de ter câncer
O câncer de útero é mais frequente em mulheres com:

Doenças sexualmente transmissíveis, como clamídia ou gonorreia;
Infecção com HPV;
Múltiplos parceiros sexuais.
Além disso, mulheres que utilizam anticoncepcional oral por muitos anos também apresentam maior risco de câncer, sendo que quanto maior o tempo de uso, maior o risco de câncer.

Como é feito o tratamento
Quase sempre, o tratamento para o câncer de útero pode ser feito com conização, braquiterapia ou radioterapia, mas se estas abordagens não forem suficientes para curar a doença e se a mulher não desejar mais ter filhos, pode-se recorrer à cirurgia para retirar o útero, evitando o agravamento da doença.

Com informações do site: TuaSaúde, Drª. Sheila Sedicias