segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Papa emérito Bento XVI diz que casamento de pessoas do mesmo sexo é obra do anticristo

Papa emérito Bento XVI diz que casamento de pessoas do mesmo sexo é obra do anticristo
 



O papa emérito Bento XVI é conhecido por seus posicionamentos tradicionalistas e conservadores. Ele já afirmou que os seus opositores tem o desejo de calar a sua voz e também gerou polêmica a fazer uma comparação entre a união de pessoas do mesmo sexo ao anticristo, em uma biografia autorizada.

O papa emérito, Joseph Ratzinger, de 93 anos, alegou ter sido vítima de uma distorção maligna da realidade no livro que foi intitulado como Bento XVI – Uma vida. A obra literária tem inclusa várias entrevistas e alguns trechos da biografia foi publicada pela imprensa da Alemanha. Bento diz que há um século falar sobre casamento entre pessoas homossexuais seria considerado algo absurdo.
e acordo com Joseph Ratzzinger, as pessoas que se opõem são excomungadas pela sociedade. Inclusive, ele ressaltou que o mesmo tipo de coisa ocorre com a questão do aborto e da criação da vida de seres humanos em laboratório. Conforme a biografia do papa emérito, a grande ameaça para a Igreja é a ditadura mundial de ideologias que se pretendem humanistas.
Na Alemanha, a Igreja Católica está sob o comando dos clérigos que são considerados reformistas. O papa emérito recebe muitas críticas por causa das suas opiniões sobre as questões sociais e o Islã. Na obra literária, Bento afirma que as reações oriundas da teologia da Alemanha é equivocada e mal-intencionada.
Para quem não se recorda, Bento VXI foi papa entre os anos de 2005 e 2013. Ele foi acusado de sabotar os esforços de modernização da Igreja do seu sucessor o papa Francisco. Contudo, em sua biografia ele diz que tem uma boa relação com o pontífice atual. No mês de fevereiro, Bento teve o nome envolvido em uma situação polêmica no Vaticano quando o seu secretário particular acabou sendo afastado de perto do atual papa.

A atitude aconteceu depois de uma publicação de um livro que tinha a assinatura do cardeal afastado e de Bento XVI. A obra defendia o celibato dos padres, assunto que é bastante polêmico e divide opiniões dentro da igreja católica.

Com informações do site: i7news