quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Rhuan ainda estava vivo após ter órgão decepada, e detalhes impressionam


 
Foto / reprodução
Rhuan ainda estava vivo após ter órgão decepada

A narrativa consta na sentença proferida pelo juiz Fabrício Castagna Lunardi após condenação das assassinas de Rhuan.

O julgamento de Rosana Auri da Silva, mãe de Rhuan Maycon da Silva Castro, e Kacyla Priscyla Santiago, sua companheira, chegou ao fim na noite desta quarta-feira (25).
Ambas foram condenadas, respectivamente, a 65 e 64 anos de prisão pela tortura e assassinato da criança. Rhuan ainda estava vivo

Na sentença, é descrita a personalidade doentia e psicopata das duas mulheres, que em momento algum sentiram remorso do crime cometido. Enquanto a mãe degolava o menino Rhuan ainda vivo, a companheira acendia a churrasqueira onde o corpo seria incinerado na tentativa de ocultar o crime.

A tortura contra Rhuan se estendeu ao longo de todos os seus nove anos de vida.
O menino teve a órgão decepada pelas assassinas, que pesquisaram na internet como fazer o procedimento. Os investigadores encontraram pesquisas do tipo “como extrair”[partes] nos aparelhos pessoais das assassinas.

Sobre este fato, descreve o juiz Fabrício Castagna Lunardi, responsável por proferir a sentença. “A vítima sofria de dores lancinantes e desconforto prolongado ao urinar, desde o dia da lesão até a sua morte […] Ou seja, para urinar, a bexiga da vítima precisava encher muito, sendo que ela urinava por gotejamento, sentindo uma dor inimaginável, por um pequeno orifício”.

Rhuan era privado de ir à escola e não podia ter nenhum tipo de contato com o mundo exterior. Durante esse tempo, precisou acompanhar as assassinas em rotineiras mudanças, enquanto tentavam fugir da família paterna do garoto, a fim de que a criança não fosse encontrada. Apesar de Kacyla ter assumido a autoria do crime, na tentativa de inocentar Rosana, ambas já haviam confessado o cometimento dos fatos, sofrendo as respectivas condenações.

Caso Rhuan: namorada acendia churrasqueira enquanto a mãe degolava o menino ainda vivo: ‘O cheiro estava bom’

Detalhes da barbaridade foram narrados na sentença que decretou a prisão das duas mulheres.

O juiz Fabrício Castagna Lunardi, no Tribunal do Júri de Samambaia, proferiu na noite desta quarta-feira (25) a sentença de Rosana Auri da Silva e Kacyla Priscyla Santiago, autoras da tortura e assassinato do menino Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos. Ambas foram condenadas, em regime fechado, a 65 e 64 anos de reclusão.

Na leitura da sentença, o juiz narrou alguns fatos horrendos decorrentes deste bárbaro crime que chocou o país. No documento, o magistrado pontua a “frieza emocional, comportamento calculista e insensibilidade exacerbada” como traços marcantes das personalidades da mãe e sua namorada.

Com informações do site: de olho news