segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Defesa alega que drogas achadas com cantor eram para uso próprio e que agenda era de clientes da mulher dele


 


Foto / reprodução
Um pedido de liberdade provisória protocolado na Justiça de Goiás, a defesa do cantor Daniel Oliveira Lellis, de 25 anos, argumentou que a droga apreendida no carro Mercedes que ele dirigia quando foi preso era para consumo próprio, devido a quantidade ser pequena.

O artista foi preso em flagrante, na quarta-feira (2), na BR-060, em Alexânia, no Entorno do Distrito Federal.

O G1 solicitou posicionamento ao advogado de defesa do cantor e aguarda resposta. Na quinta-feira (3), o juiz Fernando Chacha de Rezende decretou a prisão preventiva alegando garantir a ordem pública.

"Nesse contexto, convém esclarecer que tendo em vista a ínfima quantidade de entorpecentes aprendidas, assim como as circunstâncias fáticas que denotam não haver indícios do tráfico de drogas. é que resta demonstrado que o requerente possui o entorpecente tão somente para o seu uso", alegou a defesa no pedido.Além das drogas, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu um caderno com título "clientes" e valores anotados.

A defesa diz que a agenda é da esposa dele, que é comerciante de cosméticos.

"É imperioso esclarecer que a suposta agenda encontrada no veículo do requerente e que possui a descrição “clientes” pertence a sua esposa que comerciante de cosméticos. Aliás, durante o curso de eventual ação penal tudo restará devidamente esclarecido de maneira satisfatória", escreveu o advogado.

O artista conhecido por Dan Lellis foi preso suspeito de tráfico de drogas por policiais rodoviários federais (PRF) na quarta-feira (2), próximo ao pedágio da cidade, dirigindo um carro de luxo, da marca Mercedes.




A PRF encontrou 20 gramas de maconha do tipo skunk, 10 comprimidos de ecstasy e uma unidade de lança-perfume no carro que dirigia. Segundo a delegada, ele estava com um colega, que foi ouvido como testemunha e liberado.

Com informações do site: G1