segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Médico derruba recém-nascida durante parto e recebe punição; sequelas do bebê são irreversíveis


 
Foto / reprodução
A chegada de um bebê na família é sempre um motivo de muita alegria para todos. Contudo, há uma jornada de nove meses que precisam ser enfrentadas até a chegada do momento crucial, que é o nascimento da criança. O parto é cercado de muita emoção, principalmente para as mamães que ficam ansiosas para poder segurar seu pacotinho de amor nos braços.

No entanto, esse momento que deveria ter sido cercado de muito amor e emoção acabou se tornado um acontecimento trágico para os familiares de um recém-nascido em Santa Catarina. O motivo é que o médico que fez o parto da criança deixou o bebê cair no chão após o nascimento. Infelizmente, a bebezinha teve sérios problemas devido à queda.

O médico que fez o parto foi punido pela Justiça e recebeu como condenação pagar uma indenização no valor de 78 mil reais à família.
A recém-nascida sofreu traumatismo craniano e também uma fratura na clavícula após cair, segundo informação do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Os nomes do profissional de saúde e do hospital não foram divulgados.

Além dos problemas citados anteriormente, a recém-nascida também ficou com graves sequelas no braço esquerdo, que foram provocadas pelo tombo e uma perda funcional e anatômica que são irreversíveis, conforme informado pelo portal de notícias ND Mais. O médico que deixou a criança cair é o mesmo que acompanhou a mãe durante todo o pré-natal da gestante.

No momento em que aconteceu o acidente havia apenas uma técnica de enfermagem e uma enfermeira ajudando o médico. A Justiça levou em conta que era responsabilidade do médico fazer a exigência de mais auxiliares e também observar as normas técnicas que poderiam ter prevenido a queda da criança.

O valor da indenização estipulado pela Justiça inclui danos materiais, morais e estéticos da criança e da família. O hospital também vai ser penalizado, pois conforme o entendimento do TJSC, os profissionais e equipamentos usados eram vinculados à instituição.

Com informações do site: i7news, por Shyrlene Souza