segunda-feira, 22 de março de 2021

Menino de 2 anos fica com lesão cerebral e rim paralisado após ingerir algo que muita gente come


 
Foto: Reprodução
Quando se trata da alimentação de uma criança, é preciso ter todo cuidado, pois alguns alimentos podem acabar tendo efeito negativo se não houve higienização adequada. Um grande exemplo disso é a história triste que você verá a seguir. 

Uma criança acabou ficando gravemente doente após se alimentar em um restaurante durante uma viagem com a família. Ele estava indo com os pais para um passeio à Disney, mas nem imaginou que um simples ato mudaria sua vida para sempre.

Nathan Parker e Karla Terry são pais do pequeno Lucas, que tinha apenas dois anos. No caminho do Canadá para a Califórnia, a família parou para comer em um restaurante à beira da estrada e o menino comeu alface.

Aquela havia sido a primeira viagem em família para fora do país onde moravam. Os outros dois filhos do casal também estavam presentes. Depois de se alimentar, Lucas começou a passar mal. Às pressas, os pais da criança resolveu retornar para casa.

Ao levar o filho para um hospital, os pais de Lucas descobriram que ele havia sido acometido por uma bactéria chamada Escherichia coli, que pode provocar doenças, como infecções urinárias, diarreia e a colite hemorrágica e síndrome hemolítico-urêmica.

Os médicos ainda disseram que Lucas estava com um de seus rins paralisados e que tinha lesões cerebrais. Em pouco tempo, o menino não pôde mais falar, andar e nem mesmo enxergar, o que foi um verdadeiro baque para seus pais.

“Lucas era apenas um raio de luz radiante… Ele era uma pessoa carinhosa… um menino atrevido, um irmão amoroso. Lembro-me dele no hospital acordando do coma e olhando em volta, simplesmente perdido, sem falar, sem andar, sem se mover muito“, disse o pai do garoto.

Na época do caso, em 2018, um grande número de pessoas foi infectado pela E Coli. A Food and Drug Administration dos Estados Unidos acredita que o surto da doença tenha a ver com as plantações de alface perto das vacas.


Com informações do site: i7news