terça-feira, 4 de maio de 2021

Ator Paulo Gustavo piora e pode morrer a qualquer momento


 
Foto: Reprodução
Brasil – O ator Paulo Gustavo, de 42 anos, voltou a sofrer com complicações geradas pela Covid. Internado desde 13 de março, ele vinha tendo melhoras significativas e, no domingo (2) chegou a ter redução de sedativos e bloqueadores e interagir com médicos e o marido, Thales Bretas.

Mas, segundo boletim médico divulgado nesta segunda-feira (3), na noite do domingo, o ator teve uma piora significativa do quadro sofrendo com uma embolia e pode morrer a qualquer momento.

O que é embolia?

Fístula broncovenosa é um tipo de abertura que ocorre entre os pulmões e as veias e, que no caso do ator, acarretou a entrada de ar na corrente sanguínea, a chamada embolia gasosa.

Já a embolia é um tipo de obstrução pelo acúmulo de material (sangue, ar, liquido amniótico) trazido pela corrente sanguínea (êmbolo). No caso da embolia pulmonar, ela se dá pela obstrução de uma artéria do pulmão.

Ainda segundo o boletim médico de Paulo Gustavo, essa entrada de ar foi disseminada, tendo afetado o sistema nervoso.

O documento termina dizendo que a família do ator agradece todo o carinho e pede orações para a recuperação de Paulo Gustavo, assim como das demais pessoas acometidas pela Covid.

Internado há 50 dias

Paulo Gustavo está internado desde o dia 13 de março devido às complicações provocadas pela Covid-19.

Após seis dias, ele apresentou melhora no quadro geral, o que poderia indicar uma recuperação.

No entanto, no dia 22 de março a situação regrediu e o ator, roteirista e comediante precisou ser intubado. Na ocasião, a nota médica informou que ele “necessitou entrar em ventilação mecânica invasiva, para ser tratado de forma mais segura”.

No dia 2 de abril, o quadro de Paulo Gustavo piorou e ele passou a utilizar uma terapia que se assemelha ao uso de um pulmão artificial.

Naquele dia, texto divulgado pela assessoria do artista informou que o ator chegou a apresentar sinais de melhora, “mas devido ao agravamento do quadro clínico, teve que evoluir à terapia por ECMO – Oxigenação por Membrana Extracorpórea”.

Com informações do G1