quarta-feira, 12 de maio de 2021

Rapaz traficante de 17 anos com várias passagens pela Polícia estupra, mata mulher por dívidas de drogas e confessa crime friamente no interior


 
Foto: Reprodução
Um homem de 17 anos foi apreendido nesta segunda-feira (10) depois de violentar e estrangular uma mulher em Santa Terezinha, municipio de Mato Grosso.

Ele confessou o crime e não demonstrou arrependimento. Disse que matou por dívida de drogas.

Segundo informações da Polícia Civil, as investigações começaram após denuncia de um corpo feminino encontrado em frente a uma casa abandonada e que aparentemente teria sido violentada e depois esfaqueada.

A vítima, Deusani Francisco de Souza, estava sem a parte de baixo das roupas e apresentava traumatismo craniano provocado por pedradas. Além disso, havia uma corte na garganta.

Após o atendimento da ocorrência, as apurações começaram e testemunhas foram ouvidas. Pessoas indicaram que viram a vítima com o adolescente, inclusive abraçada com ele. Os investigadores foram até a casa do menor, que confessou o crime.

Ele disse que a mulher devia dinheiro de drogas a ele ameaçou chamar a polícia e denunciá-lo por tráfico. Mediante a possibilidade de ser denunciado, o menor traficante atacou a vítima. Ele narrou os fatos respondendo friamente que era o responsável pela morte da vítima, não demonstrando nenhum arrependimento pelo ato cruel.

O menor já tem outras passagens criminais e foi levado para a delegacia da cidade. Ele vai responder por ato infracional análogo a homicídio qualificado pelo motivo fútil (dívida de drogas) e pelo meio cruel, uma vez que espancou a vítima com socos e pedradas até que ela desmaiasse momento em que ainda foi buscar uma faca de cozinha com a qual cortou sua garganta e tirou a sua vida.

“A princípio, ele foi autuado pelo homicídio qualificado, mas também poderá responder por estupro. Ele confessou que manteve relações com a vítima antes de matá-la, alegando que ela disse que pagaria a dívida com favores, porém somente após a perícia será possível saber se o ato foi consentido ou não”, explicou o delegado João Paulo Firpo Fontes.


Com informações do site: Momento MT