quarta-feira, 21 de julho de 2021

Vídeo: mulher é presa ao raptar recém-nascido de maternidade; veja


 
(Foto: Reprodução)
O grande medo que envolve mulheres que estão prestes a dar à luz em maternidades é com a segurança da criança após o parto. Casos de rapto de crianças acontecem no Brasil e está ligada a rede de tráfico humano. 

Câmeras de segurança registraram o momento em que uma mulher tentou se passar por uma enfermeira para roubar um recém-nascido, em uma maternidade de Curitiba, no Paraná.

 Ela chegou a pegar o bebê e estava andando com ele pelos corredores do hospital quando um funcionário estranhou a falta de identificação.   

O caso aconteceu na noite da última segunda-feira (12), no Hospital do Trabalhador. Talita Meireles, de 23 anos, foi filmada andando com um bebê no colo, quando um segurança começa a acompanhá-la. Em sua bolsa havia algumas roupas de criança.

Veja o vídeo:


Ao ser questionada, a mulher informou que havia sofrido um aborto em junho e pretendia fingir que o bebê era dela.  

Talita não havia contado para a família sobre a perda do filho. A defesa afirma que ela sofre de depressão e precisa de tratamento clínico.

A mãe da criança que quase foi roubada, Pamela Rodrigues de Assunção, de 21 anos, não conhecia a criminosa e teve o bebê devolvido.

Caso no Amazonas

A recém-nascida sequestrada na madrugada do dia 16 de novembro do ano passado, foi resgatada pela Polícia Militar do Amazonas.

A criança foi levada do Hospital Regional de Humaitá, município distante 332 quilômetros da capital, por um mulher que teve a ação filmada por câmeras do circuito de segurança.

Segundo informações dos policiais, a mulher acusada do rapto sofre transtornos mentais e já foi identificada. A criança estava bem, sem nenhum vestígio de violência e voltou para o convívio dos familiares.  

Solidarizados com o caso, várias pessoas compartilharam sobre a criança desaparecida nas redes sociais. Nas publicações, havia fotos da vítima da mulher suspeita do sequestro.

Rapto na Nigéria

Dezenas de crianças foram raptadas por homens armados numa escola muçulmana no centro-norte da Nigéria, em maio deste ano.

O número exato de crianças raptadas ainda não está confirmado, mas cerca de 200 estavam na escola Salihu Tanko, no estado do Níger, no momento do ataque.

Muitas crianças conseguiram escapar, mas os raptores "levaram mais de 100 estudantes e deixaram aqueles que consideravam demasiado pequenos, os de 4 a 12 anos", disse um funcionário da escola, sob condição de anonimato.

Com informações do site: SBT