quinta-feira, 16 de setembro de 2021

Atleta trans, Alana McLaughlin, estreia no MMA com vitória


 
Foto: Reprodução
Ao entrar no octógono, Alana McLaughlin derrubou uma escrita que se mantinha desde 2014 nos Estados Unidos.

Em sete anos, ela é apenas a segunda lutadora assumidamente trans a entrar no octógono para lutar profissionalmente no MMA.

Fallon Fox, a primeira, estava nas arquibancadas e acompanhou a vitória de Alana, que finalizou Celine Provost ao aplicar um mata-leão no segundo round.

McLaughlin começou sua transição de gênero em 2010. Antes disso, ela era integrante das Forças Especiais do Exército dos EUA. Em seis anos, ela tem no currículo combates no Afeganistão.

Segundo o Mike Afromowitz, executivo do Combate Global, Alana passou em todos os exames médicos e estava apta para competir. As análises ainda incluíram um painel de hormônios.

Após o combate, a lutadora revelou que não foi nada fácil marcar essa luta.”Foi um pesadelo tentar encontrar uma adversária, então eu não tenho nada além de respeito por Celine Provost”, confessou Alana.

No AM
Em julho de 2019, a lutadora transexual de MMA Anne Veriato realizou o sonho: a mudança de sexo. A atleta lutou há 14 anos e, mesmo com a mudança, a amazonense quer continuar lutando com homens.

A decisão de Anne vai na contramão de outras atletas trans, que acreditam não haver vantagem sobre fatores genéticos ao desempenharem função em times femininos, como é o caso da jogadora de vôlei Tifanny Abreu.

Tiffany está respaldada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e pela FIVB (Federação Internacional de Vôlei) e joga pelo Sesi/Bauru na Superliga feminina. Já Anne Viriato acredita que por ter genética masculina, sempre terá mais força que uma mulher e prefere lutar com homens.

Com informações do site: EMTEMPO