quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

Pedra na bexiga (cálculo vesical) confira os sintomas, causa e tratamento.


 
Foto: Reprodução

Pedras de bexiga são pedras compostas de sais de cálcio que se acumulam na bexiga urinária ao longo do tempo. Eles podem variar de tamanho. Os pequenos geralmente são eliminados pela urina e não necessitam de tratamento, mas os maiores podem ocupar quase todo o espaço do órgão, afetando as funções de armazenamento e eliminação da urina. 



As pedras da bexiga na bexiga são geralmente formadas devido à dificuldade em esvaziar o órgão. É mais comum ocorrer em crianças com malformações congênitas e entre homens com alargamento da próstata (hiperplasia prostática benigna – BPH), quadro clínico propício à obstrução do fluxo de urina, o que favorece o acúmulo de materiais que podem calcificar. No entanto, as pedras também podem aparecer em indivíduos sem evidência de problemas anatômicos, infecções ou outras alterações.


As pedras podem se formar em lugares diferentes da bexiga originalmente, como os rins, e alcançar a bexiga através dos ureteres. Uma vez diagnosticadas, as pedras devem ser removidas o mais rápido possível através da cirurgia, pois podem desencadear outros problemas sérios de saúde, como retenção urinária e até tumores.  



SINTOMAS

Em alguns casos, o paciente não tem sintomas. Geralmente, o desconforto aumenta ao realizar movimentos repentinos e exercícios físicos. Sintomas como interrupção ou dificuldade de urinar, presença de sangue na urina (hematuria) e problemas decorrentes de infecções como febre e mal-estar são comuns. Outros sintomas são: dores de cabeça no pênis (glans), no escroto, abdômen, costas e quadril.


DIAGNÓSTICO

O diagnóstico de pedras da bexiga é feito por meio de exames que avaliam a urina e os exames físicos do paciente - como exames retal - além de ultrassom e raios-X. Beber bastante líquido, especialmente água, ajuda a diminuir a concentração de minerais na bexiga.    



TRATAMENTO

O tratamento das pedras da bexiga é feito por cirurgia convencional, com incisão na bexiga para a remoção de pedras, ou por máquinas que quebram as pedras em pedras menores, por meio de ondas de choque extracorpóreas (LECO). O procedimento não deixa complicações ou lesões em outros órgãos do paciente. Após a cirurgia, especialistas pesquisam as causas que levaram à formação de cálculo para tratá-las.


Com informações do site:  redebrasilnews